Quando o tempo para

Na borda da geladeira, em ação impensada, encostado bem na beira, destruição anunciada. Olhos nenhum o enxergaram ou previram queda anunciada Abre-se a porta aperriada Peças no chão se esfacelaram Tampa inteira para um lado Ponteiros do corpo pularam Alguns presos ainda vergaram ficando assim mutilados. O ponteiro dos segundos ainda estrebuchava querendo continuar a … Continue lendo Quando o tempo para