Sobre

The Thinker (1907) por Edvard Munch

Somos criaturas peculiares. Cremos que o que nos diferencia das outras criaturas viventes, seja a capacidade de pensar.

Pensamos, de fato, mas será que os demais seres viventes também não pensam?

Talvez estejamos encarcerados em nossas próprias realidades, alienados por nossa forma de pensar e incapazes de entender como se dá o pensamento de todos aqueles que nos cercam.

Esquecemo-nos de contemplar tudo que existe ao nosso redor. Esquecemo-nos de buscar em nós mesmos razões para contemplação.

Deixamo-nos cegar pelo meio corruptor que nos cerca. Manchamos a mais pura fonte de água com o sangue que escorre por nossos dedos.

Somos culpados de todos os crimes, ainda assim, é sobre o próximo que imputamos toda a culpa.

É hora de parar para pensar e recolher-se ao Covil do Pensador, este blog, um lugar qualquer, sob uma árvore em uma noite de lua cheia, onde folhas ao vento carregam divagações de uma mente inquieta e cheia de perguntas.

Assente-se. Pegue uma xícara. Sirva-se com o chá da inquietude. Aqueça o coração. Desafia a mente e liberte a sua alma.

Bem vindos e bem vindas.

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